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sexta-feira, 24 de setembro de 2010
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
Vestibular..... ?!?!
O momento mais complicado para qualquer aluno é quando chega a hora de fazer o vestibular. O coitado do estudante é um mar de dúvidas, a única certeza é que essa escolha vai definir o resto da vida dele.
O 3° ano já começa difícil, porque na primeira aula entra porta a dentro aquele professor excéntrico e com cara de fome... e vai mandando a pergunta "quem vai fazer física como eu?" Quem tá sentado pensa - uma opção a menos - e assim segue todo professor que entra faz a mesma pergunta... outros, ainda, vão além com a clássica frase "faça o que você gosta", até parce que isso ajuda a diminuir as dúvidas.
No meio do ano o vestibulando tem três problemas triviais; primeiro é - para onde eu vou fazer inscrição? - tem mais universidade no mundo que estrela no céu!!!! Decidido onde vai se escrever, vem a segunda questão, essa então faz o candidato penar, - que curso eu quero fazer? - nessa etapa perder o sono é normal. Eu não sei se é o número monstruoso de opções ou se o aluno gosta de tudo, mas ô decisão difícil. A última contenda do meio do ano é as notas nas provas da escola.... se não passa de ano pode esquecer a facul no ano seguinte!!!
Quando chega o dia do vestibular o aluno lembra de tudo que ele passou - para uns essas lembranças são estímulo para fazer boa prova... outro só ficam mais nervosos com elas. O coitado passou a vida estudando numa sala, mais aquela é diferente - tem cheiro de terreno inimigo, nela é sempre frio.
É momento de grande tensão, a espera pelo resultado. o candidato psicologicamente abalado pela prova, ainda tem que explicar como foi na prova - cada vizinho, cada tia todos fazem questão de saber os mínimos detalhes, se foi bem é ótimo, se não, foi dar essa explicação um milhão de vez é traumático.
Bem, quem não conseguiu não adianta muito ficar com cara de choro. A prova mede um momento - o psicológico é mais testado que o cognitivo- então, não ter ido bem em uma prova não siginifica que o aluno não sabe nada - principalmente se o estudante nunca havia feito concurso antes. O jeito é erguer a cabeça e partir para outro vestibular - não se deixar abater.
| O aprovado |
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| O que ficou na tentativa |
terça-feira, 7 de setembro de 2010
Ainda no clima de sete de setembro...
| 07/09/2010 - Foto: CML |
| 07/09/2010 - Foto: CML |
De vez em quando eu filósofo. Vendo a parada cívico-militar, aqui no Rio, eu me perguntei o que une os brasileiros.
Achei mts coisas que remam contra essa unidade, tipo:
- O português tem roupa diferente dependendo da região - os sotaques as vezes torna incompreensível a fala de algumas pessoas que o carregam mt.
- A genealogia - nesse quesito o Brasil é quase uma biodiversidade amazônica - tem colonizador e imigrante de todo canto do mundo - veja o Sul quantos descendente de alemão tem.
- Até a culinária e os gostos são diferentes de lugar pra lugar.
Depois de muito pensar, percebi que é a História da formação desta terra - especialmente com a chegada da Família Real - que todos os cantos se vêem representados e principalmente se olham como compatriotas. Relevando todas as outras diferenças.
Existe um fluxo de ajuda mútua em que todos os estados superam as desavenças regionais - um exemplo mais acentuado é quando acontece alguma tragédia - e lutam por um objetivo único. É por isso - sem dúvidas- que o melhor do Brasil é o brasileiro.
Esse povo lutador que ñ desiste nunca, que a vida é a maior alegria e a nação, o maior orgulho - ainda que conturbada, as vezes.
Pra comemorar o Dia da Independência - O famoso pau-brasil
O nome científico é meio complicado (Caesalpinia Echinata), mas todo brasileiro o conhece como Pau-Brasil. Mas, por que tem esse nome?
brasil, em português arcaico, é equivalente a em brasa. Dai, assimililar uma madeira de cor vermelha as brasas do fogo foi fácil até para português - kkkk.
Nativa da Mata Atlântica, essa árvore é cheia de espinhos (enchinata), inclusive, há espinhos na vargem que protege a semente. Por isso, descançar em baixo de um Pau-Brasil é desaconcelhável, nem plantar em casa.
Eu acho a flor bonita, tem um tom amarelo vivo - mas nem sempre tá florido - então o valor estilítico é muito pequeno.
Apesar de tudo, é um símbolo nacional. Um marco para a economia brasileira - ou melhor, da exploração portuguesa - e preservar essa espécie é vital para nossa identidade nacional!!!
domingo, 5 de setembro de 2010
Macho Moderno - Um experimento que deu errado: 10 peças de roupa a que o homem não resiste.
Macho Moderno - Um experimento que deu errado: 10 peças de roupa a que o homem não resiste.
Realmente, uma lista bem completa. Importante na arte da sedução!!!
No amor e guerra vale quase tudo!!!!
Realmente, uma lista bem completa. Importante na arte da sedução!!!
No amor e guerra vale quase tudo!!!!
Adormecida - Castro Alves
Uma noite eu me lembro... Ela dormia
Numa rede encostada molemente...
Quase aberto o roupão... solto o cabelo
E o pé descalço do tapete rente.
Numa rede encostada molemente...
Quase aberto o roupão... solto o cabelo
E o pé descalço do tapete rente.
'Stava aberta a janela. Um cheiro agreste
Exalavam as silvas da campina...
E ao longe, num pedaço do horizonte
Via-se a noite plácida e divina.
Exalavam as silvas da campina...
E ao longe, num pedaço do horizonte
Via-se a noite plácida e divina.
De um jasmineiro os galhos encurvados,
Indiscretos entravam pela sala,
E de leve oscilando ao tom das auras
Iam na face trêmulos — beijá-la.
Indiscretos entravam pela sala,
E de leve oscilando ao tom das auras
Iam na face trêmulos — beijá-la.
Era um quadro celeste!... A cada afago
Mesmo em sonhos a moça estremecia...
Quando ela serenava... a flor beijava-a...
Quando ela ia beijar-lhe... a flor fugia...
Mesmo em sonhos a moça estremecia...
Quando ela serenava... a flor beijava-a...
Quando ela ia beijar-lhe... a flor fugia...
Dir-se-ia que naquele doce instante
Brincavam duas cândidas crianças...
A brisa, que agitava as folhas verdes,
Fazia-lhe ondear as negras tranças!
Brincavam duas cândidas crianças...
A brisa, que agitava as folhas verdes,
Fazia-lhe ondear as negras tranças!
E o ramo ora chegava, ora afastava-se...
Mas quando a via despeitada a meio,
P'ra não zangá-la... sacudia alegre
Uma chuva de pétalas no seio...
Mas quando a via despeitada a meio,
P'ra não zangá-la... sacudia alegre
Uma chuva de pétalas no seio...
Eu, fitando esta cena, repetia
Naquela noite lânguida e sentida:
"Ó flor! — tu és a virgem das campinas!
"Virgem! tu és a flor da minha vida!..."
Naquela noite lânguida e sentida:
"Ó flor! — tu és a virgem das campinas!
"Virgem! tu és a flor da minha vida!..."
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